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Sou formado pela escola CONTEC em Design de Interiores e Desenho Arquitetônico desde 1994. Fiz o curso porque adorava desenhar. Não comecei a atuar na área porque passei no vestibular para Letras – Inglês e estudei cinco anos na UFV. Passei a trabalhar com tradução de inglês técnico no Departamento de Arquitetura da faculdade e retomei o gosto pela coisa. Então voltei a Vitória (ES) para dar aulas de inglês e comecei a fazer pequenas reformas para amigos e familiares. Fui convidado para ser sócio de dois arquitetos que estavam abrindo uma empresa, a Kuaray. Trabalhamos juntos algum tempo, mas preferi montar meu home Office. Hoje tenho projetos no Espírito Santo, Bahia e São Paulo.
Descoberta da vocação
Quando criança, meu caderno de desenhos era só de plantas baixas. Meu pai construiu nossa primeira casa e eu adorava aqueles livros que ele havia comprado. Começou ali meu interesse. Meus pais foram chamados uma vez na minha escola porque a professora não entendia a minha concepção de casa, pois eu a desenhava já como planta baixa. A paixão começou cedo!
Rotina de Trabalho
As visitas às obras eu faço logo pela manhã e reservo a tarde para passar em lojas e reuniões com clientes ou fornecedores. À noite vejo quais as pendências de projetos e o que é preciso agilizar para que tudo continue no ritmo. Mas esta não é uma rotina muito certa, porque obras sempre geram imprevistos e geralmente acabo trabalhando o dia todo e ainda à noite, no escritório.
Relação com o cliente
Não confronto o gosto vou tentando elucidar o que o cliente deseja, o que o nosso orçamento nos permite e quais as melhores soluções. Na profissão eu costumo brincar que somos psicólogos de ambientes, onde temos que observar toda a rotina do cliente e adequar o projeto para que fique com a cara dele e que esta seja sempre a melhor opção, unir o gosto dele com o meu trabalho, tornando tudo melhor.Tem que haver coesão com o perfil do contratante.
Projetos marcantes
Meu quarto de adolescente foi meu primeiro projeto que meus pais se aventuraram a fazer sobre minha ótica. Depois foram inúmeros projetos interessantes, não dá pra falar sobre todos porque tenho um apreço pessoal por cada um. Recentemente, o que tem sido minha menina dos olhos é a decoração de uma casa de praia na Aldeia de Guarapari (ES), pois é um lugar maravilhoso de se viver e uma delícia para trabalhar.
Como define o design de interiores
O design de interiores ganhou status de acadêmico, virou curso superior e nós profissionais estamos sendo reconhecidos como parte importante de um processo que envolve a compra de um imóvel e sua adequação às necessidades que vai habitá-lo. Somos os responsáveis por alinhar o gosto do cliente a orçamentos, idéias, sonhos, funcionalidade e beleza. Costumo conhecer as tendências de vários estados do Brasil e com certeza a decoração tem ganhado muito espaço entre todas as classes.
Família: solteiro.
Qualidades: amigo, excelente ouvinte, honesto, dedicado, batalhador.
Defeitos : falo o que penso e algumas vezes isso não é bem vindo.
O que te faz sorrir: Ver os sonhos se materializarem na sua frente quando o projeto sai do papel e se torna real.
O que te tira do sério: injustiça.
Música: eu gosto de ouvir rádio, porém tem uma música que tem me acompanhado recentemente, “Halo” da Beyonce knowles.
Literatura: eu amo uma boa leitura, um livro que me marcou foi “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley.
Viagem Inesquecível: 25 dias de férias na estrada com três amigas subindo por todas as praias do litoral Baiano. Foi perfeito.
Espiritualidade: costumo ter meus minutinhos diários para agradecer a tudo que Deus me proporciona.
Objeto de desejo: uma casa de campo na região de Domingos Martins.
Um designer de interiores precisa ter: PACIÊNCIA e BOM HUMOR.
Tags: Vetho
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